sexta-feira, 10 de maio de 2013

Adorar & Amar

1 Comentários *-*

"Tenho medo de terminar sozinha.
Tenho medo de ser sempre amiga, irmã e confidente...
Mas, nunca o "tudo" de alguém"

- Tati Bernardi -

Ele pressiona seus lábios demoradamente no alto da minha cabeça, entre meus cabelos desorganizadamente soltos.
- Eu adoro você, minha menina. - ele sussurra ainda entre meus cabelos, o calor de sua voz tocando minha pele - Sabe disso, não sabe?
Eu assinto tão sutilmente que quase não tenho consciência disso. Assinto por hábito, mais do que por concordância.
Então ele se afasta e sorri pra mim... e ilumina meu mundo inteiro, mesmo que eu lute contra o fato de ter dado a ele esse poder.
Joga sua jaqueta sobre o ombro, segue até a porta, pára um segundo para piscar rapidamente pra mim e... se vai.
E todo cansaço me abate.
"Eu adoro você", a frase ecoa pelo ar, e ela tem o poder de me partir ao meio.

Ele me adora... mas, não me ama.
E de repente a distância entre esses dois sentimentos me parece anos-luz.

Enrolo meu cabelo, me estendo sobre a cama, me aninho no travesseiro ao meu lado que ainda tem o cheiro do cabelo dele... Que ainda guarda lembranças da noite anterior onde ele se apoiou no meu colo enquanto seu mundo ruía e fez esse pequeno quarto de cortinas cor de rosa - sobre as quais ele sempre zomba de mim, de onde veio o apelido de 'minha menina' - durante essas pouco mais de oito horas, se transformar em nosso mundo.

Onde eu contei a ele minhas milhares de histórias sem pé nem cabeça e piadas sem graça que eu havia ouvido em vários lugares dos quais não me lembro, só para distraí-lo de si mesmo e de seu coração partido enquanto eu ignorava o meu.

Mas, sempre quando ele se vai, não posso ignorar meus sentimentos exaustos, não posso ignorar que eu o deixei usa-los mais uma vez...contra mim.

Não posso ignorar a terrível diferença entre adorar e amar.

Quando ele passa por aquela porta, não consigo parar de me perguntar quantas vezes ainda deixarei que ele faça isso comigo... ao mesmo tempo em que não consigo parar de perguntar a mim mesma o que eu farei se/quando ele não voltar.

Não consigo ignorar esse medo gritante de terminar sozinha. De ser sempre a garota que coloca o mundo dos outros em suas costas, mas jamais será o mundo de ninguém. Que sempre se limitará a ter um conhecimento teórico sobre o amor, que sempre será alguém que pode ser adorada...

Mas, jamais amada.

Tenho medo que o tempo passe e que ele e seu coração partido precisando de cura sejam a única amostra de amor que eu tenha, mesmo sendo o tipo de amor errado. O tipo de amor que me mata um pouco cada vez que ele atravessa aquela porta.

O tipo de amor sobre o qual os contos de fada jamais me alertaram.

Uma parte de mim, quando ainda uma garotinha, acabou por acreditar, baseada em todas as histórias que ouvi que, se você amava alguém o suficiente, seria natural que essa pessoa te amasse de volta...
Havia dragões, bruxas, torres... mas, no final, sempre havia o amor que fazia toda a história valer a pena.
Havia o tipo de amor capaz de salvar.

Havia o tipo de amor que, agora, me salvaria dele...
E de mim.
E dessa minha insana necessidade de cuidar dele, de mantê-lo seguro mesmo que ele nunca me dê essa mesma certeza de que jamais estarei sozinha.

De que eu serei amada.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

#EuLi - A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista ~ Jennifer E. Smith

3 Comentários *-*
Oi, :]

Estou com sorte para encontrar livros que facilmente entram para a minha lista de favoritos *---*


"Quem diria que quatro minutos poderiam mudar tudo?"

~*~
A história narrada em terceira pessoa, começa por nos apresentar a Hadley, uma garota de 17 anos que está passando por muitas coisas ao mesmo tempo; o divórcio - mais ou menos - recente dos pais, o novo casamento do pai que acontecerá em menos de dois dias e sobre o qual ela não sabe como se sentir, ter perdido por apenas quatro minutos de atraso o vôo que a levaria ao casamento dele e então o fato de sua claustrofobia com a qual não vai ser nada fácil passar as próximas 7 horas encerrada em um avião.
Tem como piorar?

...Bom, talvez tenha como melhorar.

Enquanto espera - impaciente - o próximo vôo acaba quase literalmente esbarrando com esse cara, Oliver, um garoto que - por motivos dos quais ele é bem vago - assim como ela, não está nem um pouco ansioso para pegar o vôo que eles - por coincidência, ou o que alguns gostam de chamar de destino - vão dividir, lado a lado.

Ambos estão indo para grandes cerimônias que podem mudar suas vidas.

Mas, quem diria que é esse tempo antes dos respectivos grandes acontecimentos que fará a diferença?

"Quando você é jovem e está apaixonado, 
sete horas em um avião se tornam uma eternidade"

Como aquela senhora, sentada logo ali ao lado deles no avião com 52 anos de casada e muito experiência por isso, poderia estar tão maravilhosamente certa?

Em sete horas histórias podem ser divididas...
E uma nova e maravilhosa história pode ser criada, para nos revelar qual é a real probabilidade estatística do amor à primeira vista.

~*~

Posso começar contando como me apaixonei à primeira vista por esse livro? *--* rs'
Primeiro, eu amei a capa. Acho que ela refletiu perfeitamente a história *.* E, em segundo, o título, mesmo sendo um tanto grande em comparação a maioria, despertou facilmente a minha curiosidade.

Quer dizer, eu já disse em um post uma vez que eu não sou realmente adepta a ideia de amor a primeira vista, não acho que amor aconteça assim embora muitos tenham o direito de discordar. Acho que você pode sim se sentir atraído por uma pessoa de primeira, mas não acho que isso seja amor e sim, somente como eu disse, atração. Acho que o amor demora mais para se formar, precisa de tempo, precisa conhecer.
Acho que amar é uma série de coisas aliás.


"O noivo entrelaça seus dedos com o da noiva. É um gesto discreto, porém cheio de significado: os dois se mostram ao mundo como uma unidade."


E foi isso que, ao ler, eu vi nesse livro. De primeira, ela gosta do que vê; um gentil e bonito cara que pouco a pouco se mostra uma pessoa que se torna importante para ela: seja ajudando - a com a sua claustrofobia, ou simplesmente ouvindo o que ela realmente precisa dizer e dividindo partes de sua história também.

Ela se apaixona aos poucos - e o leitor também - pelas atitudes dele, pelo modo como ele é incrivelmente diferente da maioria. Isso a encanta.

Oliver se apresenta como esse cara prestativo no aeroporto que de primeira poderia levantar suspeita, mas que a ajuda com a mala o que todos os outros pesos emocionais que ela carrega.

Eles dividem muito mais do que um destino em um vôo.


"Uma pessoa contou certa vez que há uma fórmula para o tempo que se leva para esquecer alguém: é a metade do tempo que ficaram juntos. 
Hadley tem lá suas dúvidas sobre essa teoria, um cálculo muito simples para uma coisa tão complicada quanto um coração partido."


Hadley, é uma personagem com a qual realmente simpatizei. Mesmo com todo o drama do pai, ela não fica sendo aquela personagem chata que há cada cinco minutos reclama em longos parágrafos, dizendo o quanto a vida é injusta com ela... sim, ela está infeliz com a situação, está com um pouco de raiva do seu pai, mas ela mostra isso de uma maneira tão madura que é completamente compreensível; mostrando o passado com seus pais juntos e o presente no qual ela mal o vê você se torna perfeitamente capaz de entender a falta que ela sente dele e que acaba mascarando com raiva e rebeldia e até um tanto de desprezo por ele.

O modo como a história foi escrita também foi cativante pra mim. Como eu comentei no skoob, a autora escreveu despretensiosamente, sabe? Quer dizer, pra você ter uma ideia eu li o livro em menos de 5 horas - levando em consideração que foi no Pc, é um record *--* kk' - e a história se desenrolou em perfeito ritmo, revelando coisas na hora certa, levando o tempo certo para fazer com que nos apaixonássemos pela histórias desses dois desconhecidos que em sete horas consegue fazer mais parte da vida um do outro do que muitas pessoas que passaram anos ao lado deles.

O romance é fofo e doce. Não tem duas outras palavras que descrevam melhor. Além do que, me soou acreditável sabe? Com aquele 'ar' que eu amo, que me diz que isso realmente poderia acontecer com qualquer pessoa, em qualquer lugar...

Por que não com você? - ou comigo, porque eu também sou filha de Deus *--* kkk'

Vou parar por aqui rs' Estou realmente com medo de estragar a leitura para alguns de vocês, porque eu quero que vocês sejam pegos de surpresa como eu fui. Quer dizer, mesmo tendo lido algumas resenhas sobre ele, não houve aquela expectativa que muitas vezes é prejudicial a leitura, foi maravilhosos não saber oque esperar e receber muito mais do que um livro para preencher horas ociosas.

Se revelou, pra mim, uma história de amor que eu gostaria de viver.

Definitivamente - e com louvor o/ - eu o indico ;]

~> Beijusss...;*

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Sentido

5 Comentários *-*


"Ele a queria
Ela nunca confessaria
Mas, em segredo, ela o queria também"

- Avril Lavigne -

E aqui estamos nós novamente.

Nos perdendo cada vez mais irreversivelmente um no outro, porque simplesmente não conseguimos fazer sentido em uma conta de mais.
Embora todos os dias, todas noites, nós voltemos para casa com essa sensação que deveríamos ser um do outro.

Ambos sabemos que já somos suficientemente complicados quando separados e que nossa junção só aumentaria o potencial de nossa destruição.
Ambos sabemos que 'nós' jamais deveria existir.

E nós seguimos com essas nossas vidas paralelas, torcendo secretamente para que em algum momento a gente se esbarre de novo, se fale de novo, e que dessa vez nós dois juntos pareça certo.

E todas essas tentativas que fizemos de banir um da vida do outro, e todas as vezes em que um resolveu sangrar ao ouvir, mas não atender, a ligação do outro, tudo o que a gente fez para parar de amar tanto pra nada... vamos admitir que nunca surtiu efeito.

Porque a gente sempre volta com mais saudade ainda, com vontade de abraçar tão apertado o outro até que ele se transforme em parte irreversível e não mais algo contra o qual deveríamos lutar.

Porque no fim, nós sempre permanecemos assim, nessa eterna dança em que a gente bem que tenta dar uns passos sozinhos, mas acaba sempre sentindo que a música para de fazer sentido se os braços certos não estiverem ao nosso redor, nos guiando.

Ao som da música que só faz intensificar nossos sentimentos não-tão-secretos que a gente insiste em camuflar mesmo que todo mundo saiba, porque é a única coisa que realmente podemos fazer.

Então a música acaba e a gente finge que está tudo bem em partir, mas sempre fica uns segundos a mais nos braços um do outro.

E ao nos separar, nós cambaleamos para trás, porque a dor de se perder um do outro, nos tira o equilíbrio.
E damos um ao outro um sorriso em que nenhum de nós acredita e que mal chega aos olhos.

Aquele desejo de ser um do outro, com o qual nós já nos acostumamos, atravessa a rua com a gente. Perfura o casaco que apertamos contra o corpo nos fazendo estremecer. Deita ao nosso lado na cama e nãos nos deixa dormir.

E voltamos a viver aquela vida estranha que não parece nossa, porque mesmo não fazendo sentido juntos, muito menos sentido fazemos separados.

domingo, 21 de abril de 2013

#EuLi & Vi - Três Metros Acima do Céu ~ Federico Moccia

6 Comentários *-*
Oi, :]

Hoje resolvi falar do livro e do filme Três Metros Acima do Céu, que já Li/Vi a algum tempo, mas demorei para formar uma opinião concreta sobre o livro :p rs'

Vamos conferir as resenhas? ^^

#EuLi
- Três Metros Acima do Céu -

- eu realmente não gosto dessa capa O.o' rs' -

O livro conta a história de Baby - uma garota de classe média alta, que estuda em uma escola particular e tem tudo para ser uma patricinha - e Step um motoqueiro bad boy e problemático que tem tudo para ir para o caminho errado.
Como caminhos tão diferentes poderiam se cruzar?


Se o semáforo não tivesse se fechado, se a moto dele e o carro onde ela estava não tivessem parado no sinal vermelho... talvez essa história jamais tivesse criado vida.
O que seria uma pena já que eu perderia meu atual livro favorito *--*


Ela jamais planeja querer esse cara com um passado - e um presente -violento, que cheira a problemas.


Ele jamais planejaria se apaixonar por uma patricinha que nunca verá a vida como ela realmente acontece fora do seu mundo cor de rosa.

Mas, a vida teima em nos surpreender.

Sim, soa como clichê. E foi também o que eu pensei ao ler a sinopse.
Mas o bom é que essa história me surpreendeu :]

Anteriormente, eu já tinha tentado ler algo de Federico Moccia; Desculpa se te Chamo de Amor, mas a leitura simplesmente não conseguiu me prender.
Aconteceu completamente diferente com esse livro.

Logo nas primeiras páginas, no primeiro encontro - ou diria no primeiro choque? O.o' - entre eles, eu já comecei a me apegar; eles simplesmente se detestam de cara! rs' E quem não gosta desse 'tapas e beijos' que acontecem em alguns livros? :P

Step acaba de ser liberado de uma acusação de agressão, e é alertado de que caso ele não ande na linha, ele será preso. Ninguém além dele, conhece o motivo da agressão ter ocorrido e não é algo que ele queira dividir.

Baby, está em uma vida estável com um namorado e boas notas, sem reais preocupações.


Acontece que, depois de uma festa em que os dois se encontram e ela o enfrenta, ela acaba testemunhando a agressão de Step contra seu namorado e um homem que tenta separar a briga. Ela ameaça testemunhar contra ele, mas a resposta dele é simples:
- Antes que aconteça esse julgamento, ela estará tão completamente apaixonada por ele que jamais o acusará -

Quem resistiria a uma promessa como essa? *--*


O modo como a história se desenrola é tão perfeitamente lindo e cativante que eu me vi devorando tanto o livro quanto o filme. As cenas entre eles, o modo como lentamente eles vão mostrando quem eles realmente são fora da fachada que todos vêem, aconteceu pra mim no ritmo certo.



Você passa a realmente entende-los como pessoas, sabe? Mas, o que eu achei mais bonito, é modo como Step - antes tão duro, insensível até - lentamente acaba se rendendo ao que ele passa a sentir por Baby e de repente já não tem nada a ver com o julgamento ou acusação; ele simplesmente está apaixonado. E foi tão real pra mim tudo isso, essa evolução, o choque entre a realidade de ambos...


E me pareceu sincera a pergunta que me rondou durante toda a leitura;
O amor deles seria forte o suficiente?

Só lendo pra saber... rs' Mas, lembrando que - eu tive um quase infarte no fim do primeiro livro - e que há um segundo.

E que o primeiro amor é pra sempre.

#EuVi



O que eu posso dizer desse filme?

Bom...começo assim; ele se tornou um dos meus favoritos também :]

Achei que, ao lado de Orgulho e Preconceito, essa foi uma das adaptações mais fiéis. Acho que mereceu nota máxima, por isso; não me traumatizou! rsrs'


Começando pela escolha dos atores.
Confesso que de primeira não gostei da atriz escolhida para fazer a Baby, mas quando assisti eu consegui ver o personagem nela, sabe? Acho que ela conseguiu mostrar a essência e o conflito... e ela também tem cara de patricinha -.-' rsrs'



E o Step - que no filme recebeu o nome de Hatch o que é minha única reclamação! - foi perfeito pra mim. Estou definitivamente apaixonada por ele rs'


E, deixo meu voto aqui; ele é quem eu escolho para Patch *---------* - sim, achei alguém perfeito o suficiente \o/ kkk'

Exatamente o bad boy que acompanhei durante todas aquelas páginas, com esse 'q' um tanto agressivo de quem já sofreu, mas que é totalmente desarmado pela Baby.


Eu senti como eles tomaram 'cuidado'- por falta de palavra melhor - pra não tirar nada da história que fizesse real falta. O que só prova que adaptações podem sim ser boas o/ rs'


Quer dizer, como toda a adaptação,eu senti falta de certas coisas, certas cenas que me fizeram gostar tanto do livro, mas o que era realmente essencial eu senti que ainda estava lá sabe? Me senti até grata por isso rs'


Até mesmo as cenas mais...hot - sim, esse livro tem cenas um tanto hot - foram tratadas com o respeito adequado e me passaram amor mais do que tudo sabe? Houve a sensibilidade necessária para fazer desse filme algo do qual vou me recordar :]

Um amor, eternamente, acima de várias histórias de amor.
Um amor três metros acima do céu.



E é por isso, e por milhares de coisas, que 3 metros acima do céu se tornou um dos meus filmes/livros favoritos *-------*

Indico totalmente o/

~> Beijusss...;*

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Pacificamente Turbulento

3 Comentários *-*

"Eu sou do meu amado
E o meu amado é meu"
- Cântico cap. 6, vers. 7 -

Há uma parte sua que sempre foi dele mesmo antes que vocês tivessem se conhecido.
Há uma parte dele que, no rosto de todas as pessoas, estava inconscientemente procurando você, desde sempre.
Você é do seu amado... e o seu amado é seu.
Nem sempre o amor precisa ser complicado, cruel ou assustador.
Há sempre aquele exemplo de amor belo e pacífico - no qual você você não sabe ao certo se acredita ou não - que não precisa de reencontros, inimigos ou reviravoltas no segundo ato.
Ás vezes o amor é simples... mas isso não o faz ser menos amor.
Ás vezes você simplesmente encontra alguém que se encaixa, sem grandes complicações.
Em outras ele - o amor - exige mais de você. Exige sangue, suor, lágrimas... Exige turbulência.
Mas, isso também não o faz ser menos amor.
A única coisa que não muda em ambos os casos é que você simplesmente sabe em seu coração - sem precisar do apoio da lógica para isso - que, lutando pelo seu amado ou simplesmente pegando a mão dele, você sabe, tem a certeza incontestável, que não há nada mais certo do que estarem juntos.
Que, de maneira simples e complexa, você pertence ao seu amado e ele a você.
Turbulento, pacífico, complicado, cruel, belo ou assustador...
O amor se apresentará a você das mais diferentes formas.
Ele encontrará você.
Não importa se como um furacão ou uma brisa, se pacificamente turbulento...

Deixe-o entrar.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

#QueroVer/Ler #5

4 Comentários *-*
Oi, o/

Não consigo acreditar que - por mais que goste dessa coluna - minha última postagem assim foi em dezembro O.o' rs'

Mas, reparando erros rs' Trouxe pra vocês um filme e um livro que quero mesmo Ver/Ler *--*

#Quero Ver
- A Hospedeira -



Prós: Essa é, sinceramente, uma das adaptações que eu mais tenho esperado - junto com Cidade dos Ossos e agora, A Menina que Roubava Livros *-* - e eu tenho um real motivo para esperar tanto desse filme; eu não gostei do livro.
Contraditória, eu? O.o' rsrs'
O que quero dizer é que, acho que o que me incomodou durante a leitura pode ser facilmente 'reparado' pelo filme já que o que me incomodou foi a enrolação que a autora acabou fazendo nesse livro. Em todas as adaptações são cortadas várias e várias coisas do livro - essenciais ou não =* - mas, com esse livro eu tenho a esperança de que eles só 'tiraram' aquilo que realmente não era relevante na história. Acho que o fato de tantos comentários negativos e gente abandonando A Hospedeira foi exatamente por isso; havia parágrafos e mais parágrafos que só serviam para tornar a leitura cansativa e capítulos inteiros contendo somente os pensamentos - e, convenhamos, lamentações - da Peg e isso acabou tirando muito o gosto da leitura.

Outro pró para a minha expectativa acerca desse filme e a quantidade de resenhas positivas que tenho visto sobre ele. Quero muito, muito ver *--*

Contras: Eu realmente não gostei dos atores escolhidos =/

Pra mim, Jensen Ackles - o Dean de sobrenatural - será eternamente o cara perfeito para fazer o Jared. Eles tem a mesma aparência e até o mesmo sorriso!... e sou apaixonada por ambos também O.o' kkk' E acho que não tiveram o mínimo cuidado com a aparência descrita por Stephenie. O Ian também não tem nada de parecido com o modo como eu imaginei o personagem. Na verdade, a única escolha que eu 'desgostei' menos foi a da atriz pra Peg. rs'

Mas, o contra não vai me fazer desistir desse filme, que eu realmente espero que me surpreenda *-*

 #Quero Ler
- A Culpa é das Estrelas -



Prós: Vocês tem noção do quanto esse livro tem sido comentado? O.o' Pra quem não tem, a resposta é: muito, sério. rs'

Todas as resenhas que tenho lido até agora tem dito coisas incríveis sobre esse livro e esse autor - embora eu esteja evitando ler resenhas, para ser pega totalmente de surpresa por esta história =] - e é realmente impossível não ficar curiosa. Além do que, estou precisando de uma leitura sensível assim como esse livro tem sido -mil vezes - descrito por ai. Acho que preciso de um livro como Cante para Eu Dormir, que é a leitura que eu quase sempre inconscientemente associo ao livro A Culpa é das Estrelas. Todas as resenhas que tenho lido só me fazem crer que todos se encantaram por esse livro, pelo mesmo motivo pelo qual me encantei por Cante para Eu Dormir.
Eles tem alma.

É isso que eu espero da leitura, e é com certeza o melhor pró, pra mim. ^^

Contras: Será que tem contras?? kk' Quer dizer, o livro foi indicado por Markus Zusak! Simplesmente o cara que escreveu um dos meus livros favoritos. Eu sei, eu sei, não julgue um livro pela capa - ou pela indicação que está escrita nela... mas, eu não vou resistir *--* rs'

Bom, era isso. Espero que tenha gostado =]

Alguém mais quer ler/ver algum desses dois? =P

~> Beijusss...;*   

~ ♥ ~

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