Realmente aconselho que todos visitem seu blog, é lindo além do que, ela é uma das pessoas mais legais e gentis que já conheci e escreve muito bem resenhas e posts variados :)
Mas, bom, vamos a resenha? =P
~*~
Sempre que termino um livro, paro e tento pensar em uma única palavra que possa...defini-lo talvez. Como ao ler Cante Para Eu Dormir, que a palavra mais do que justa foi alma. Mas, com P.s Eu Te Amo eu não consegui. Talvez porque "Gerry" não podia ser essa palavra rsrs'
Ou talvez porque Cecelia Ahern tenha me presenteado com milhares delas.
Acho que todo mundo sabe - mais ou menos - o que se passa nesse livro. É a história de Gerry e Holly, um casal -almas gêmeas- que tinham tudo para serem felizes para sempre.
Infelizmente, uma doença tira Gerry de Holly cedo demais e, quando ela pensa que não suportará a dor, ele - mesmo após sua morte - consegue mostrar a ela o quanto a ama. Deixa envelopes, um para cada mês que serão os mais difíceis e nos quais ela terá que aprender a viver sem ele.
“ Lágrimas rolaram por seu rosto ao analisar a lista de
nomes em sua agenda de telefones. A maioria das pessoas entre seus contatos não
tinham sequer telefonado desde a morte de Gerry e, assim, ela não tinha mais a
quem recorrer (...)
Teclou o primeiro número que lhe veio a mente.
‘Oi, aqui é o Gerry. Deixe seu recado após o sinal e ligarei
de volta assim que puder.’
- Gerry, - ela começou a chorar – Eu preciso de você.”
Me lembro que chorei muito ao ver o filme pela primeira vez- e também nas outras 365 vezes que o reassisti O.o' rsrs' - por isso, ao pegar esse livro achei que seria impossivel superar as emoções que o filme havia me dado. Pela primeira vez achei que faria uma resenha dizendo com todas as letras que preferia o filme.
Mas, a autora me surpreendeu.
O filme não poderia ter tudo o que as palavras de Cecelia Ahern me deram ao mesmo tempo em que o livro por si só não teria me feito entender por completo a vida que Holly havia perdido.
"Detestava não sentir excitação alguma e não ter nada por que ansiar.
Sentia falta de ser amada. Sentia falta dos olhos dele sobre ela quando entrava
em um cômodo; sentia falta dos seus toques, seus abraços, seus conselhos, suas
palavras de amor.”
O filme e o livro se completam de uma maneira que eu nunca vi uma adaptação fazer.
O modo como a autora escreve faz você passar pelo mesmo processo de cura lento e doloroso que Holly está passando; faz você 'habitar' nela e entender que não há nada mais ridículo do que dizer a alguém que tudo ficará bem quando se perde alguém.
“Direi que fico fula da vida sempre que me dizem que o tempo
cura quando, ao mesmo tempo, também dizem que a ausência aumenta a saudade, o
que em deixa confusa, porque quer dizer que quanto mais tempo passa, mais eu
sinto falta dele.”
E foi impossível não me apaixonar por todos os personagens de Cecelia, mesmo que eles tivessem algumas mudanças em relação ao filme - Daniel por exemplo; no filme não tem nada a ver com o livro! Já que em um ele é um atrapalhado e no outro ele é perfeito. Outro personagem que me surpreendeu por ser diferente foi a mãe de Holly; no filme ela é uma mãe cujo marido a abandonou e por isso é meio ranzinza e não se aproxima dos filhos e no livro ela é muito bem casada e é a base de Hollly. -
Tirando isso, nas páginas, os sentimentos de Holly testemunhados no filme foram infinitamente mais fortes e reais. Além do que, foi mais fácil perceber o quanto suas amigas Sharon e Denise foram, além das cartas de Gerry, essenciais para que ela não 'morresse' junto com Gerry como queria.
“ Perdida e sozinha. Chorou por Gerry, chorou por si mesma
com soluços fortes que faziam suas costelas doerem sempre que tentava recuperar
o fôlego. Não queria mais ficar sozinha e não queria que sua família visse a
solidão que ela tentava esconder de todos. Só queria Gerry de volta e não se
importava com mais nada. Não se importaria se ele voltasse e eles discutissem
todos os dias, não se importaria se eles não tivessem dinheiro e nem casa.
Só queria ele.”

Já o filme, foi o maior responsável pela meu amor por
“Não conseguia se desapegar.
Não conseguia se desapegar porque não queria, não queria se
desapegar porque ele era tudo o que ela tinha.
Mas ela não o tinha, por isso se sentia perdida e confusa.”
Por isso eu digo que se você pretende ler o livro não pode perder o filme e vice versa. É uma história de amor que merece ser conhecida - e amada - de todas as maneiras.
Pela qual você vai se apaixonar :)
“Guarde nossas lindas lembranças. Mas, por favor, não tenha
medo de criar outras.
Obrigada por em dar a honra de ser minha esposa. Por tudo,
sou eternamente grato.”
Eu só vi o filme, não sei porque não consigo ler livros que são filmes, alias ou eu leio ou eu assisto.
ResponderExcluirSaudades Day, linda.
Tipo, eu vi o filme e chorei no começo, durante e no fim, precisei de um balde rsrsrs.
ResponderExcluirÉ tãão emocionante como ele vai ajudando-a a se recuperar de própria morte dele e eu pensei que esse é o cara que todas nós sonhadoras merecemos, ele é verdadeiro e romantico e dedicado que acho que se você tem um Gerry é melhor prende-lo bem firme, porque com ele não se precisa de principe encantado.
Por algum motivo eu ainda não li o livro, tenho vontade, mas últimamente tenho estado tão ocupada e também acabei de conseguir o 5 livro dos Instrumentos Mortais que agora estou pirando morrendo de vontade de devora-lo, mas não fazendo isso porque não quero que acabe T.T Então fico lendo aos poucos e isso definitivamente está me matando.
Enfim, adorei a resenha (você é muito boa nisso)
Kissu.
Oi Day :)
ResponderExcluirEu comecei a chorar nos 5 primeiros minutos desse filme e assim que soube que era um livro fiquei louca pra ler, até hoje sou louca *-* Tenho certeza de que vou chorar o livro todinho também *-*
Tua resenha só me deixou com mais vontade ainda de ler esse livro *o*
Haha, beijo!