
“-Não há lógica no amor, nenhuma equação matemática que o comprove,
então Hayden conclui que o amor não existe.”
Bom, acho que não vou resistir e acabarei deixando que essa resenha se resuma a algo nesse livro que me encantou muito mais do que a história em si; Hayden. *-* Embora não saiba explicar muito bem meu encantamento por ele, já que ele tem algumas das características “típicas” que eu já encontrei em vários outros personagens masculinos anteriormente como seus modos um tanto rígidos devido a sua criação, o fato de não acreditar no amor e considerar inimaginável construir um compromisso que dure a vida toda ao lado de uma mulher, a honradez característica a mocinhos da época... Mas então, de alguma maneira, ele conseguiu superar todas essas característica que facilmente o tornariam um mocinho clichê conseguindo assim se tornar “real” não se limitando a ser um personagem idealizado apenas, que mesmo sendo capaz de nos arrancar suspiros de fato não no conquistaria verdadeiramente. Ele teve uma infância complicada, com um pai que pregava a sensatez acima de todas as emoções e embora Hayden tenha tentado se revoltar em certa época contra esse ensinamento, teme ter se tornado realmente parecido com seu pai.
“Fora um ator experimentando trajes (...) nas esperança de que um deles
lhe caísse melhor do que a própria pele.”
Ele encontrou nos números não só uma fuga para sua mente,
mas também um caminho para encontrar alguém que no fim mudaria tudo aquilo no
que ele acreditava; Alexia, que ao experimentar a falência uma segunda vez,
culpa Hayden pelo ocorrido considera-o o último homem na face da Terra que um
dia seria capaz de mexer com seus sentimentos... mas, pouco a pouco ela
descobre através de toques que despertam nela reações desconhecidas, que ela
pode estar enganada sobre o modo como o vê e que ele pode ser muito mais do que
o homem implacável que mostra ao mundo... ela se permitirá descobrir?
Embora a resistência de Alexia por sentir algo por ele fosse
compreensível, por ela culpa-lo por ter perdido tudo, ainda assim isso me
incomodou em vários pontos da leitura. Acho que porque estou acostumada a ver
as personagens femininas descobrindo lentamente seus sentimentos pelo ‘mocinho’
desde o começo o que não aconteceu nesse livro, já que em alguns momentos eu só
consegui ver Hayden como alguém que estava colocando muito mais do que seus
desejos nesse relacionamento. Aliás, muitas vezes, ele foi a única coisa que me
manteve lendo, querendo saber o que aconteceria com ele, se o fato de
finalmente ter se aberto ao amor de uma maneira que jamais havia feito antes
seria não só compreendido como correspondido por Alexia.
Mas, não vou desistir! Pretendo acompanhar ainda os outros
irmãos Rothwells cujas personalidades, mesmo tendo sido mostradas de forma bem
superficial nesse livro, já me fizeram acreditar que merecem viver grandes
histórias de amor <3 p="">
“Ela olhou para Hayden. Quando esse calor tinha transbordado das horas
noturnas, invadindo seu dia? Quando ela havia começado a esperar por ele com
tanta ansiedade e encontrado tanto conforto e paz em um simples abraço?”
Sobre a série:
A série Irmãos Rothwells até agora é composta por 4 livros
sendo que 3 deles foram publicados pela editora Arqueiro aqui no Brasil e eles
são: As Regras da Sedução; Lições de Desejo; Jogos do Prazer e o último, ainda não lançado, The Sins of Lord
Easterbrook.
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